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A concorrência está cada vez mais acirrada. Hoje existem várias empresas de um mesmo setor vendendo produtos ou serviços semelhantes, com preços equivalentes e com muita relevância no mercado. Nesse cenário, o que a sua empresa pode fazer para se destacar dos competidores e fechar mais negócios?
Criar uma verdadeira máquina de vendas, que conecte seus clientes ao seu produto e conte com um software de vendas capaz de tornar sua equipe mais produtiva. Com isso, vendas consistentes e previsíveis passam a acontecer — e é exatamente disso que se trata uma estratégia de vendas.
Vamos falar sobre por que ter uma estratégia de vendas é tão importante e como construir uma em seis passos simples e diretos.
Estratégias de vendas são técnicas, ações e ferramentas que ajudam na criação de um planejamento estratégico focado em melhorar e aumentar as vendas de uma empresa. Elas começam com a identificação dos clientes-alvo e dos canais de venda e, em seguida, define um processo de vendas capaz de tornar tudo isso viável.
No entanto, não é algo definitivo. As estratégias de vendas precisam evoluir continuamente conforme mudanças no negócio e no mercado, quase sempre buscando fazer mais com menos. Líderes de vendas devem analisar constantemente dados de clientes e de desempenho comercial para acompanhar resultados, fazer ajustes e manter o rumo certo.
Contar com uma estratégia de vendas auxilia os vendedores a conhecerem melhor os produtos e serviços ofertados e o público alvo do negócio, o que permite à empresa fazer uma aproximação mais personalizada.
E assista ao vídeo sobre o tema:
Não exatamente. A estratégia de vendas representa uma abordagem mais ampla para alcançar seus objetivos, enquanto o planejamento detalha como isso será executado. Embora os termos sejam usados como sinônimos, a estratégia de vendas foca em como conquistar participação de mercado, enquanto o planejamento de vendas envolve definir os meios para isso — como recursos, tipos de receita por canal, número de contas e cobertura do funil de vendas.
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Uma boa estratégia mobiliza os vendedores em torno de objetivos comuns, ajuda a identificar riscos e tendências ao longo do avanço dos negócios e treina o time para evoluir todos os dias. Sem uma estratégia, cada vendedor atuaria por conta própria — sem visão unificada, sem consenso sobre a próxima melhor ação e sem dados consolidados para entender o que funciona e o que não funciona.
As estratégias de vendas se tornam ainda mais essenciais quando as empresas enfrentam a combinação desafiadora de recursos limitados e alta pressão por resultados. Como os representantes de vendas costumam ter metas ambiciosas, não há espaço para desperdício de tempo, orçamento ou esforços. Uma estratégia bem alinhada à estratégia da empresa e do produto ajuda a impulsionar a receita mesmo em um mercado competitivo.
Esses são os três principais motivos pelos quais as estratégias de vendas são fundamentais:
As estratégias de vendas criam um roteiro para que os vendedores saibam como lidar com objeções e recusas, quando retomar o contato por e-mail, quando envolver outras pessoas na conversa e assim por diante. Processos repetíveis e técnicas reutilizáveis aumentam as chances de fechamento.
Uma estratégia consolida aprendizados — positivos e construtivos — em padrões que beneficiam todo o time. Novos vendedores e profissionais em desenvolvimento conseguem replicar o desempenho dos melhores, com orientações claras sobre todas as etapas, da captação de clientes ao fechamento.
O planejamento estratégico de vendas cria um processo comercial consistente para toda a equipe. Assim, é possível centralizar os dados e acompanhar os mesmos indicadores para todos os representantes. Os vendedores estão performando como esperado? O volume de vendas é suficiente para atingir a previsão? Existem sinais de alerta indicando necessidade de mais atenção ou treinamento? Essa visão unificada dos dados melhora o desempenho do time.
Agora que você já sabe por que as estratégias de vendas são importantes, confira os métodos mais utilizados.
É o modelo clássico de vendas — um representante constrói relacionamento com um cliente ao longo do tempo até fechar o negócio. Essa estratégia funciona bem quando o produto é complexo ou o valor do contrato é elevado, exigindo ciclos de venda mais longos e alto envolvimento humano. É comum em vendas corporativas, também conhecidas como vendas complexas.
A estratégia Inbound Sales se baseia em uma abordagem de atração, isto é, a prospecção acontece através do compartilhamento de conteúdo voltado para um público-alvo específico. Nessa estratégia, quem tem papel ativo é o lead, que é nutrido naturalmente através do marketing de conteúdo, e decide em que momento interagir e comprar.
A estratégia Outbound Sales possui uma abordagem mais pró-ativa da parte do vendedor, ou seja, sua premissa consiste em o vendedor ir atrás de consumidores alinhados com a proposta de valor da empresa, focando na geração de leads. Nesse tipo de estratégia de vendas, a empresa acaba tendo mais controle sobre como e quando será feita a abordagem.
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Também conhecida como venda por canais, essa estratégia envolve a colaboração com parceiros comerciais. É uma boa opção quando o objetivo é entrar em um novo segmento de clientes ou ampliar a participação de mercado, aproveitando a expertise e a base de clientes do parceiro. Embora exija treinamento adicional para garantir o posicionamento correto da marca, essa estratégia de vendas para iniciantes costuma ser menos custosa e demorada do que contratar novos funcionários.
O modelo (Account-Based Selling) foca no relacionamento em contas de alto valor para viabilizar negócios maiores. Trata-se de uma abordagem mais direcionada, com soluções personalizadas de acordo com as necessidades específicas de cada conta. Equipes de vendas que adotam essa estratégia costumam alcançar taxas de conversão mais altas, maior fidelização, mais oportunidades de cross-sell e up sell e relacionamentos de longo prazo.
Na venda consultiva, o vendedor assume o papel de consultor de confiança. No início do relacionamento, o foco está em compreender as necessidades do cliente e educá-lo sobre como o produto pode ajudá-lo. Essa abordagem prioriza a entrega de conhecimento e recursos que posicionam a empresa como especialista. Quando o cliente passa a enxergá-lo como um consultor, a compra se torna um passo natural.
Sigla para Situação, Problema, Implicação e Necessidade-retorno, o SPIN Selling se baseia em perguntas estruturadas nessas quatro áreas. Com uma compreensão profunda das necessidades do cliente, o vendedor identifica dores específicas e passa a discutir soluções. É uma estratégia eficaz para aprofundar relacionamentos, embora geralmente demande mais tempo.
Essa estratégia de venda baseada em valor concentra-se em ajudar o prospect a resolver problemas enquanto gera impacto positivo em custos e recursos. Economia financeira, ganho de tempo, vantagem competitiva e mitigação de riscos costumam ser os principais focos. Como resultado, os clientes desenvolvem alto nível de confiança na empresa, favorecendo relacionamentos duradouros.
Em vez de destacar funcionalidades e benefícios do produto, a venda de soluções prioriza as dores e necessidades do cliente, oferecendo recomendações personalizadas. Essa abordagem centrada no cliente ajuda a construir soluções mais adequadas e reforça a percepção de que a empresa está genuinamente interessada em resolver problemas — e não apenas em vender.
Essa estratégia se baseia em desafiar o pensamento e as premissas do cliente, trazendo novos insights e perspectivas para o negócio. Funciona melhor quando toda a empresa — e não apenas o time de vendas — está alinhada em oferecer soluções que transformam a forma como o cliente enxerga seus desafios.
Pronto para criar uma estratégia de vendas? Comece entendendo o que você quer alcançar — uma meta de vendas clara para orientar o caminho. Depois, pense no tipo de cliente que deseja atingir e em como chegar até ele. Gere leads e, por fim, construa um processo de vendas que possa ser analisado, aprimorado e refinado ao longo do tempo.
Um líder de vendas geralmente começa o ano com uma meta de receita a ser alcançada. Isso ajuda a determinar quais clientes devem ser priorizados e quantos negócios precisam ser fechados ao longo do período. O próximo passo da estratégia é identificar os melhores clientes-alvo e canais de venda para atingir esse objetivo.
É essencial ter clareza sobre para quem você vai vender. Defina seu cliente-alvo a partir da forma como você pretende segmentar o mercado, priorizando os recortes mais propensos a levá-lo à meta de vendas.
Agora é hora de aprofundar a estratégia e decidir como as vendas serão realizadas. Analisar concorrentes e entender como seus clientes potenciais operam ajuda a identificar como eles preferem comprar. Avalie as opções disponíveis e reflita sobre como cada canal — ou uma combinação deles — pode contribuir para o alcance da meta.
Treine seus vendedores para falar a linguagem desse mercado específico e avance com a venda direta. Com objetivos, clientes e canais bem definidos, você pode partir para a construção do processo.
Depois de estabelecer as bases da estratégia, o próximo passo é criar um processo claro. Defina as etapas que o time de vendas deve seguir para concluir uma venda, considerando o tipo de cliente e o canal escolhido. Pense nisso como um roteiro, com pontos de controle entre o primeiro contato e o fechamento, além de orientações para avançar de uma etapa para outra.
As fases e os marcos variam conforme o cliente e o canal. Veja um exemplo de processo de vendas alinhado ao cliente-alvo (serviços financeiros) e ao canal (venda direta):
Com as etapas do processo definidas, é hora de preencher o funil com prospects. Calcule quantos são necessários com base no ticket médio dos clientes-alvo e nas taxas de conversão históricas. Em seguida, utilize canais de marketing e networking para alcançá-los.
Com a estratégia em execução, o time passa a atuar ativamente — transformando leads frios em oportunidades qualificadas e, depois, em negócios prontos para fechar. Ao mesmo tempo, o mercado e o próprio negócio passam por mudanças constantes. Por isso, é fundamental acompanhar continuamente a saúde do funil de vendas. Se algo não sair como esperado ou se uma mudança impactar o desempenho, ajuste a rota.
Construir e executar um planejamento estratégico de vendas começa com a segmentação de clientes e canais e o mapeamento de ações específicas para cada etapa do processo de vendas. Além disso, outras ferramentas podem ser integradas ao CRM para aumentar produtividade e eficiência — desde relatórios e dashboards até soluções de previsão e softwares de gestão de receita.
Confira algumas das ferramentas mais importantes a considerar:
Um sistema de CRM oferece uma visão completa de todos os seus prospects e clientes. Essa visibilidade é essencial para acompanhar leads desde o primeiro contato até o fechamento, entender o que funciona (e o que não funciona) e tomar decisões mais inteligentes sobre onde investir tempo e recursos.
Relatórios e dashboards de vendas fornecem uma visão em tempo real da receita do negócio, de forma rápida e intuitiva. Esses dados permitem que líderes de vendas ajustem continuamente a estratégia para manter o desempenho no rumo certo. Com softwares de análise de vendas, é possível aprofundar-se em relatórios detalhados que revelam insights no nível de cada negócio ou vendedor.
Parte da estratégia de vendas é criar um processo comercial — e isso exige acompanhamento constante. Ferramentas de gestão de pipeline e previsão ajudam a manter a visibilidade sobre o progresso da equipe. Elas permitem entender exatamente em que etapa cada oportunidade se encontra e consolidar esses dados para gerar previsões de vendas mais precisas.
Uma ferramenta de gestão de receita ajuda a conectar pontos de contato com o cliente — como cotação, venda e faturamento — que antes ficavam isolados em sistemas diferentes. Ao integrar o fluxo de dados do cliente entre essas etapas, o processo de compra se torna mais simples e rápido.
Utilize essas dicas para incrementar as suas estratégias de vendas e venda mais e melhor!
Oferecer apenas um produto ou serviço para o cliente não é o suficiente. Por isso, busque despertar o interesse do consumidor através dos benefícios do seu produto. Aqui vale a pena falar sobre como ele pode ajudar a resolver os problemas e as dores que o seu cliente em potencial identificou na primeira etapa do funil de compra.
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Conhecer o perfil e preferências dos clientes é ótimo para as estratégias de vendas. Com um estudo bem elaborado em mãos, é possível personalizar suas ofertas e aumentar consideravelmente as chances de vendas.
Você já ouviu falar em gatilhos mentais para vendas? Essa ferramenta utiliza estímulos transmitidos por meio de fala, exibição de imagens e vídeos, para direcionar uma pessoa a uma tomada de decisão. Utilizar os gatilhos mentais na sua estratégia de vendas ajuda a reduzir o seu ciclo de vendas.
Já é senso comum que ter uma página nas redes sociais é o mínimo hoje em dia, não é mesmo? Não tenha medo de utilizar ferramentas atuais para armazenar informações importantes, como interações nas redes sociais, por exemplo.
Criar uma estratégia de vendas pode ser como construir um carro enquanto ele está em movimento. Muitas vezes, é preciso atingir as metas de projeção de receita ao mesmo tempo em que o processo é estruturado e refinado. Para desenvolver uma estratégia sólida, ajuda manter o foco no essencial. Tudo se resume a três perguntas:
Quando você tem respostas claras para essas questões, sabe que está no caminho certo.
Uma estratégia de vendas consistente não é construída de forma isolada. Para gerar crescimento sustentável e previsível, é fundamental que o planejamento estratégico de vendas esteja integrado às demais áreas da organização.
O marketing desempenha papel central no sucesso da estratégia de vendas, especialmente nas etapas iniciais do funil. Um time alinhado às metas comerciais não atua apenas na construção de marca, mas na geração qualificada de demanda, sustentada por dados e metas compartilhadas.
No contexto de geração de demanda, ter métricas claras torna-se fundamental para medir eficiência e impacto no resultado comercial. Indicadores como MQL (Marketing Qualified Leads), SQL (Sales Qualified Leads), custo por lead (CPL), taxa de conversão por estágio e CAC (Custo de Aquisição de Cliente) permitem avaliar a contribuição direta do marketing para a receita.
Quando essas métricas estão conectadas ao planejamento estratégico de vendas, a geração de demanda deixa de ser volume e passa a ser qualidade e previsibilidade.Esse modelo fortalece a etapa de pré-venda, acelera o pipeline e melhora o aproveitamento da equipe comercial.
A venda não termina na assinatura do contrato. Em modelos de negócio recorrentes ou consultivos, a retenção e o sucesso do cliente tornam-se pilares centrais da estratégia de vendas. É nesse ponto que Customer Success assume papel estratégico, atuando como extensão natural do processo comercial.
O setor de Customer Success atua de forma proativa, acompanhando indicadores de uso, engajamento e geração de valor. O objetivo é garantir que o cliente alcance os resultados esperados, reduzindo riscos de cancelamento e ampliando oportunidades de expansão.
Métricas de pós-venda tornam-se essenciais para a gestão estratégica. O Churn Rate mede a taxa de cancelamento e indica fragilidade na retenção. O LTV (Lifetime Value) projeta o valor total gerado por um cliente ao longo do relacionamento. A relação entre LTV e CAC revela a sustentabilidade do modelo de crescimento. Além disso, o engajamento estruturado no pós-venda cria terreno fértil para estratégias de cross-sell e up-sell.
O alinhamento entre vendas e logística é determinante para garantir que a promessa comercial seja cumprida com eficiência e previsibilidade. Prazos de entrega, disponibilidade de estoque e capacidade de distribuição impactam diretamente a experiência do cliente e a credibilidade da empresa. Quando essas áreas atuam de forma integrada, o time comercial negocia com maior segurança.
Além disso, conectar o planejamento estratégico de vendas ao planejamento logístico permite antecipar demandas, organizar operações sazonais e otimizar custos de transporte e armazenagem. Essa integração transforma a logística em diferencial competitivo, contribuindo para retenção, recompra e geração de receita sustentável.
Eventos corporativos e ações personalizadas ganham novo significado quando integrados à estratégia de vendas. Em vez de iniciativas isoladas de branding, tornam-se instrumentos direcionados de geração e avanço de oportunidades estratégicas, pois os eventos são planejados para públicos altamente segmentados, com foco em contas prioritárias. Isso permite criar experiências personalizadas e fortalecer o relacionamento.
Ao integrar marketing, vendas e inteligência de dados, é possível selecionar contas com maior potencial, mapear stakeholders relevantes e estruturar convites e conteúdos alinhados aos desafios específicos de cada empresa. O resultado é maior taxa de engajamento, avanço no pipeline e incremento na qualidade das oportunidades.
A aplicação da IA no processo comercial não se limita à automação de tarefas. Seu impacto é estrutural, pois redefine como oportunidades são identificadas, priorizadas e conduzidas ao longo do funil. Ao analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA oferece suporte analítico que potencializa a performance da equipe e eleva o nível de maturidade da operação.
Tradicionalmente, a qualificação dependia de critérios estáticos ou avaliação subjetiva do vendedor. Com a IA, torna-se possível cruzar dados comportamentais, interações digitais, histórico de compras e características do perfil ideal de cliente (ICP). O sistema identifica padrões de maior probabilidade de conversão e atribui scores dinâmicos aos leads.
No contexto de contas estratégicas, a IA fortalece iniciativas de Account-Based Selling ao oferecer inteligência aprofundada sobre cada empresa-alvo. A tecnologia analisa sinais de intenção de compra, movimentações de mercado e interações multicanais para determinar quais contas demandam abordagem imediata. Isso permite personalização em escala e direcionamento mais assertivo de recursos, otimizando o ROI.
As vendas preditivas utilizam modelos estatísticos e algoritmos de machine learning para identificar padrões históricos e projetar resultados futuros. A partir dessas análises, é possível estimar probabilidade de fechamento, identificar gargalos no funil, antecipar quedas de performance e ajustar metas de maneira mais estratégica. Esse nível de antecipação fortalece o planejamento estratégico de vendas.
O avanço mais estratégico, porém, está na dimensão prescritiva. Aqui, a tecnologia não apenas prevê o que pode acontecer, mas recomenda o que deve ser feito. Com base no comportamento do cliente, estágio do funil e histórico de interações similares, sistemas inteligentes podem sugerir qual canal priorizar, qual conteúdo compartilhar, qual abordagem utilizar ou qual momento é mais adequado para avançar na negociação.
Esse modelo transforma a estratégia de vendas em um sistema dinâmico e orientado por melhoria contínua. O vendedor passa a atuar com suporte analítico constante, reduzindo incertezas e aumentando a assertividade. Para a liderança, isso significa padronização de boas práticas, ganho de produtividade e maior escalabilidade da operação.
Estratégia de vendas é o conjunto de decisões que define como a empresa vai alcançar seus objetivos comerciais, considerando público-alvo, canais, processos e metas. Um bom planejamento estratégico de vendas orienta o time e torna os resultados mais previsíveis.
O processo começa com metas claras, definição do cliente ideal e escolha dos canais certos. Um bom planejamento e estratégia de vendas também inclui processos bem definidos, indicadores de desempenho e revisões constantes.
Toda estratégia de vendas reúne objetivos, perfil de cliente, produtos, canais, processo comercial e métricas. Um exemplo de estratégia de vendas bem estruturada alinha todos esses elementos à realidade do mercado.
A adaptação exige análise contínua de dados, comportamento do consumidor e desempenho do funil. Com apoio de tecnologia, o planejamento estratégico de vendas se ajusta rapidamente a novas demandas e cenários.
CRMs, dashboards, ferramentas de previsão e automação são essenciais para otimizar resultados. Elas fortalecem tanto o planejamento e estratégia de vendas quanto às estratégias de vendas online, ampliando eficiência e controle.
Modelos como venda consultiva, venda baseada em contas e estratégias de vendas online focadas em dados e personalização costumam gerar bons resultados. Cada estratégia de vendas exemplo deve ser adaptada ao público e ao produto.
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